quarta-feira, dezembro 23, 2009
A todos
quinta-feira, novembro 05, 2009
A gota de água
Para o pessoal que se farta de mandar correntes, infos, pedidos de ajuda e nunca uma linha a perguntar como estou:
PAREM!!!!!!!!!!
PAREM!!!!!!!!!!
sexta-feira, setembro 11, 2009
home work

O meu olhar segue comprido as cores do tapete que param abruptas na pedra da parede. Através das curvas forjadas a ferro da janela entreaberta, vejo a casa branca da frente, companhia dos meus dias.
Sinto o conforto contente do trabalho a acabar, no lar que criei ainda que só para mim.
Bom fim de semana!
quinta-feira, agosto 13, 2009
Wassup?
Escrevo com o cérebro entorpecido (não, náo é sempre o caso..) pelo dois antigripines que acabei de tomar e a febre que teima em não descolar, logo agora que o verão resolveu dar ares da sua graça...
E eu aqui enfiada, com medo de sair, não vá eu ser portadora do H1N1. Que a gripe se cura, sei eu bem que tenho corpo rijo pouco dado a frescuras, agora ter de ficar encafuada em casa, dia e noite quando o termómetro resolve passear-se pelos trinta...doi-me a alma, minha gente.
E tanta tv que se vê, a não ajudar em nada a cura. No brasil, um apresentador de televisão contrata assassinos para arranjar matéria para o seu programa de televisão mórbido e amoral; nos EUA, protesta-se contra a reforma do sistema de segurança social que se propõe oferecer cobertura social a todos os norte-americanos que não têm (??; Em França, o mês de agosto não passa sem distúrbios.
E à minha volta, as doenças, as desilusões, a solidão. Juro que procuro o melhor de mim e do mundo mas ultimamente, as bofetadas de finitude e imperfeição da vida têm sido difíceis de encaixar.
Ou também pode ser a febre e o antigripine a falar..
E eu aqui enfiada, com medo de sair, não vá eu ser portadora do H1N1. Que a gripe se cura, sei eu bem que tenho corpo rijo pouco dado a frescuras, agora ter de ficar encafuada em casa, dia e noite quando o termómetro resolve passear-se pelos trinta...doi-me a alma, minha gente.
E tanta tv que se vê, a não ajudar em nada a cura. No brasil, um apresentador de televisão contrata assassinos para arranjar matéria para o seu programa de televisão mórbido e amoral; nos EUA, protesta-se contra a reforma do sistema de segurança social que se propõe oferecer cobertura social a todos os norte-americanos que não têm (??; Em França, o mês de agosto não passa sem distúrbios.
E à minha volta, as doenças, as desilusões, a solidão. Juro que procuro o melhor de mim e do mundo mas ultimamente, as bofetadas de finitude e imperfeição da vida têm sido difíceis de encaixar.
Ou também pode ser a febre e o antigripine a falar..
quinta-feira, agosto 06, 2009
do silêncio que resolveu deixar de falar
Neste verão pobre em sensações estivais, tenho sentido frio. Ando aliás cansada da falta de calor e carrego para todo o lado as minhas mãos frias, os arrepios e a falta que me faz o calor.
As palavras também parecem ter congelado mas sei que continuam aqui, apenas estão demasiado encolhidas para querer sair. Percebo. Querem um dia quente de praia deserta seguido de um jantar delicioso de companhia e emoções. Agora. Não antes, nem depois.Só o agora.
E à minha volta, a vida continua sem se indignar desta falta de verão.
As palavras também parecem ter congelado mas sei que continuam aqui, apenas estão demasiado encolhidas para querer sair. Percebo. Querem um dia quente de praia deserta seguido de um jantar delicioso de companhia e emoções. Agora. Não antes, nem depois.Só o agora.
E à minha volta, a vida continua sem se indignar desta falta de verão.
quarta-feira, junho 03, 2009
A minha árvore
Olho para ela de braços aberto para o céu, a fazer esquecer a fealdade da cidade mal pensada.
Só ela e a sua corte de flores pequeninas e rosinhas amenizam a pena que tenho do Porto que se abandona em casas cheias de potencial.
Só o verde que espalha e a raíz que amarra tranquilizam as minhas ansiedades, as banais e as existenciais. É ela que vejo todos os dias, impassível, pouco importada com o trânsito, as pessoas que vão e vêm e espero que assim continue para sempre, porque do para sempre está ela mais perto do que eu.
E não fosse o medo do muito rídiculo, abraçar-me-ia a ela, certa de encontrar a paz que me nego.
Só ela e a sua corte de flores pequeninas e rosinhas amenizam a pena que tenho do Porto que se abandona em casas cheias de potencial.
Só o verde que espalha e a raíz que amarra tranquilizam as minhas ansiedades, as banais e as existenciais. É ela que vejo todos os dias, impassível, pouco importada com o trânsito, as pessoas que vão e vêm e espero que assim continue para sempre, porque do para sempre está ela mais perto do que eu.
E não fosse o medo do muito rídiculo, abraçar-me-ia a ela, certa de encontrar a paz que me nego.
quarta-feira, maio 06, 2009
Taintorette of the day
quinta-feira, abril 30, 2009
Obrigada Carla:)
title="Wordle: Elisa">
src="http://www.wordle.net/thumb/wrdl/786287/Elisa"
alt="Wordle: Elisa"
style="padding:4px;border:1px solid #ddd">
És uma linda!!
Conheço muito pouca gente com essa capacidade de dar, de surpreender, de procurar ser mais, querer mais.
Receber mágoa e dar amizade e carinho não é para todos, mas tu conseguiste e consegues.
Te amo de amizade apaixonada, sua espaçosa lol
alt="Wordle: Elisa"
style="padding:4px;border:1px solid #ddd">
És uma linda!!
Conheço muito pouca gente com essa capacidade de dar, de surpreender, de procurar ser mais, querer mais.
Receber mágoa e dar amizade e carinho não é para todos, mas tu conseguiste e consegues.
Te amo de amizade apaixonada, sua espaçosa lol
segunda-feira, abril 27, 2009
Touché..
Desejo de segunda feira
A vida ensinou-me que invariavelmente quem mais exige de nós é quem mais falha connosco nos exactos pontos da sua própria exigência.
A vida também me ensinou que posso ser eu a exigência e a falha.
Por isso, hoje desejo muito que a vida em ensine mais tolerância e a renúncia a qualquer expectativa que tenha dos outros.
E também que amanhã esteja sol.
A vida também me ensinou que posso ser eu a exigência e a falha.
Por isso, hoje desejo muito que a vida em ensine mais tolerância e a renúncia a qualquer expectativa que tenha dos outros.
E também que amanhã esteja sol.
quarta-feira, abril 22, 2009
Need music like I need oxygen
Estou sem pachorra, sem palavras, aliás não estou nem aqui.
Mas vou para qualquer sítio lindo para onde este senhor me queira levar
Mas vou para qualquer sítio lindo para onde este senhor me queira levar
quinta-feira, abril 09, 2009
Do insustentável peso do ser
Houve tempos mais brandos em que as nuvens pairavam e não se amontoavam sobre a minha cabeça.
Tempos que chamaria de mais límpidos, mais prazeirosos.
Agora, sinto o nó no estômago, a contracção nos ombros do medo da vida ser isto e apenas isto: a decepção de nós e dos outros e tudo o que rimos, dançamos, bebemos e sorrimos para esquecer.
Tempos que chamaria de mais límpidos, mais prazeirosos.
Agora, sinto o nó no estômago, a contracção nos ombros do medo da vida ser isto e apenas isto: a decepção de nós e dos outros e tudo o que rimos, dançamos, bebemos e sorrimos para esquecer.
quinta-feira, março 19, 2009
Assim sim, eu gosto de ser mulher:)
Esta música põe me sempre bem disposta, feliz. Convenhamos que não há assim tanta música com este poder. Ainda se fosse para me fazer chorar a lista seria interminável..
Por isso fiquem com a energia da Bebe e da sua "Ella"
Por isso fiquem com a energia da Bebe e da sua "Ella"
terça-feira, março 17, 2009
Porque a vida é hoje
Não me queixo da falta de trabalho, aproveito para ouvir o Jobim cantar, para ler as palavras dos outros.
Daqui pouco saio para almoço e pelo caminho de casa, aproveito para aquecer a pele debaixo deste sol espalhafatoso de Março, respirar a cidade.
Ao entrar na minha casa azul, a minha pele vai lembrar de ti. E eu vou deixar. Apenas aproveitar o bom do lembrar.
Depois, almoço. Talvez pinte as unhas de lilás e fume um cigarro de mentol.
Isto tudo afastada de ti, dos outros, mergulhada em mim, tão longe e tão perto do que a vida é.
Daqui pouco saio para almoço e pelo caminho de casa, aproveito para aquecer a pele debaixo deste sol espalhafatoso de Março, respirar a cidade.
Ao entrar na minha casa azul, a minha pele vai lembrar de ti. E eu vou deixar. Apenas aproveitar o bom do lembrar.
Depois, almoço. Talvez pinte as unhas de lilás e fume um cigarro de mentol.
Isto tudo afastada de ti, dos outros, mergulhada em mim, tão longe e tão perto do que a vida é.
quinta-feira, março 12, 2009
Minha vida com Sol

É só o sol aparecer para estilhaçar o meu mau humor.
É ingénuo, instintivo e não controlável....
Muito do que faz a minha vida feliz.
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Te echo de menos
Estou a aborrecer-me de morte.
E como me estou a aborrecer de morte e o sol brilha lá fora, e apenas por causa disso, note-se, não consigo deixar de pensar em ti. Algo que certamente, se chegares a ler este texto, não te deverá surpreender pois estou convicta que cada passo teu, dado ou em falso, foi milimétricamente calculado para que eu caísse perdida de amores aos teus pés. No abstracto claro. No concreto, sigo firma e hirta de orgulho ferido, ignorando o latejar de tudo o que dói por dentro e por fora da saudade que não passa.
Quanto mais oiço o teu silêncio, mais ensurdecida e cega fico. De raiva, tristeza, desespero, incompreensão, desorientação…Dos porquês que não atendes, dos beijos que não telefonas, das palavras que me escondes, da verdade que se perdeu nalgum beco escuro da minha lucidez.
E o desejo que nasce na barriga e me faz implorar por mais, por menos, por deixa-me em paz, volta para aqui.
O insuportável desejo de te ter outra e outra vez a infernizar o dia em que me aborreço de morte e o sol que brilha sem me aquecer.
E como me estou a aborrecer de morte e o sol brilha lá fora, e apenas por causa disso, note-se, não consigo deixar de pensar em ti. Algo que certamente, se chegares a ler este texto, não te deverá surpreender pois estou convicta que cada passo teu, dado ou em falso, foi milimétricamente calculado para que eu caísse perdida de amores aos teus pés. No abstracto claro. No concreto, sigo firma e hirta de orgulho ferido, ignorando o latejar de tudo o que dói por dentro e por fora da saudade que não passa.
Quanto mais oiço o teu silêncio, mais ensurdecida e cega fico. De raiva, tristeza, desespero, incompreensão, desorientação…Dos porquês que não atendes, dos beijos que não telefonas, das palavras que me escondes, da verdade que se perdeu nalgum beco escuro da minha lucidez.
E o desejo que nasce na barriga e me faz implorar por mais, por menos, por deixa-me em paz, volta para aqui.
O insuportável desejo de te ter outra e outra vez a infernizar o dia em que me aborreço de morte e o sol que brilha sem me aquecer.
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Nas escalas de Richter

Vi aqui e não resisti...Diz tanto do que tenho sentido ultimamente.
"Acho que não devia fazer electrocardiogramas eu, devia fazer escalas de Richter porque me parece que em lugar de coração tenho um sismógrafo cuja agulha assinala o menor estremeço interior ou exterior com uma amplitude imensa: basta-me viver para a agulha não parar e que cordilheiras de tinta os meus dias. Se me perguntam:- Como vais?só tenho a mostrar riscos enormes, capazes de fazerem cair todos os prédios da cidade e espanta-me que Lisboa permaneça intacta e o chão nem oscile."
António Lobo Antunes
Etiquetas: a verdadeira poesia, Palavras de outros que também são minhas
sábado, fevereiro 07, 2009
Dos anos que passam
Não me consigo lembrar do último sábado que acordei tão cedo. Sei que se disser a hora a que me levantei do quentinho da minha cama, bom número de pessoas atirava-se ao chão de raiva e inveja (ou não...?) porque acordar às onze da manhã a um sábado é coisa de gente desocupada.
E não é que é mesmo?
O sábado de manhã, ainda mais do que o domingo de manhão, é para dormir, recuperar todos os traumas das manhãs levantadas à força, dos dias de chuva. De todas as palavras, as músicas que se disseram e cantaram e discutiram. Das pessoas que esgotam mais do que animam. Da merda da realidade que traz as contas da água e da luz. Da vida pequena que vivida todos os dias não cansa, desgasta.
O sábado de manhã é o meu momento: Morri, esqueçam que existo, ressuscito logo à tarde.
Mas não. Hoje dez e meia em ponto, os olhos abrem-se e uma estúpida melodia entra-me cérebro adentro. Viro para um lado, viro para o outro, Aconchego-me, repiro yoguisitcamente, iamgino que estou num cimo de uma montanha e a temperatura é amena, oiço os chilreio dos passarinhos e ....não, não dá mesmo. Hoje não há mergulho no consolo de pensar que posso dormir um pouco mais.
E que fazer então a um sábado de manhã?
Depois de pesquisar na net sobre as mil e umas maneiras de preparar o meu quintal para a primavera pela qual espero num acesso de optimismo, descubro: bora lá escrever um post.
Sobre o quê? Ora sobre o quê. Sobre o que fazer quando se acorda cedo, sozinha e com frio, a um sábado de manhã.
Bom fim de semana:)
E não é que é mesmo?
O sábado de manhã, ainda mais do que o domingo de manhão, é para dormir, recuperar todos os traumas das manhãs levantadas à força, dos dias de chuva. De todas as palavras, as músicas que se disseram e cantaram e discutiram. Das pessoas que esgotam mais do que animam. Da merda da realidade que traz as contas da água e da luz. Da vida pequena que vivida todos os dias não cansa, desgasta.
O sábado de manhã é o meu momento: Morri, esqueçam que existo, ressuscito logo à tarde.
Mas não. Hoje dez e meia em ponto, os olhos abrem-se e uma estúpida melodia entra-me cérebro adentro. Viro para um lado, viro para o outro, Aconchego-me, repiro yoguisitcamente, iamgino que estou num cimo de uma montanha e a temperatura é amena, oiço os chilreio dos passarinhos e ....não, não dá mesmo. Hoje não há mergulho no consolo de pensar que posso dormir um pouco mais.
E que fazer então a um sábado de manhã?
Depois de pesquisar na net sobre as mil e umas maneiras de preparar o meu quintal para a primavera pela qual espero num acesso de optimismo, descubro: bora lá escrever um post.
Sobre o quê? Ora sobre o quê. Sobre o que fazer quando se acorda cedo, sozinha e com frio, a um sábado de manhã.
Bom fim de semana:)
Etiquetas: há dias assim
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
porque o coração tem razões que a mente desconhece
"Te echo de menos", le digo al aire.
Te busco, te pienso, te siento y siento
que como tu no habra nadie
y aqui te espero, con mi cajita de la vida cansada
, a oscuras, con miedo y este frio, nadie me lo quita.
Tengo razones, para buscarte
tengo necesidad de verte, de oirte, de hablarte.
Tengo razones, para esperarte
porque no creo que haya en el mundo nadie más a quien ame.
Tengo razones, razones de sobra,
para pedirle al viento que vuelvas
aunque sea como una sombra.
Tengo razones, para no quererte olvidar
porque el trocito de felicidad fuiste tu quien me lo dio a probar.
El aire huele a ti, mi casa se cae porque no estas aqui.
Mis sabanas, mi pelo, mi ropa te buscan a ti.
Mis pies son como de cartón
que voy arrastrando por cada rincon,
mi cama se hace fria y gigante
y en ella me pierdo yo.
Mi casa se vuelve a caer
mis flores se mueren de pena
mis lagrimas son charquitos que caen a mis pies.
Te mando besos de agua
para que bañen tu cuerpo y tu alma.
Te mando besos de agua
para que curen tu heridas,
te mando besos de agua de esos
con los que tanto te reias.
http://www.youtube.com/watch?v=NRRvECy2MTQ
Etiquetas: a minha vida dava um musical, as palavras que nunca direi, Palavras de outros que também são minhas
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
PQP!!
É oficial!!Estou farta dos gajos que têm cruzado o meu caminho.
Pior ainda estou farta do meu fraco discernimento em matéria masculina. Ainda que bem contente de ter o privilege of making the wrong choice, tanta escolha errada seguida só dá para soltar uma data de impropérios e maldizer todos os parvalhões a quem perdoei gentilmente o facto de nunca me terem tratado como deveriam.
Basta!
Foda-se mas porque me armo em simpática, equilibrada e tolerante, se não é isso que recebo de volta?
Cansei de chorar como diz a outra.
E mesmo correndo o risco (certo) de passar por uma histérica: Quero lá bem saber!!
A todos que se esqueceram que eu era um ser humano decente e merecedor de respeito: Ide à grandessíssima merda!
Pior ainda estou farta do meu fraco discernimento em matéria masculina. Ainda que bem contente de ter o privilege of making the wrong choice, tanta escolha errada seguida só dá para soltar uma data de impropérios e maldizer todos os parvalhões a quem perdoei gentilmente o facto de nunca me terem tratado como deveriam.
Basta!
Foda-se mas porque me armo em simpática, equilibrada e tolerante, se não é isso que recebo de volta?
Cansei de chorar como diz a outra.
E mesmo correndo o risco (certo) de passar por uma histérica: Quero lá bem saber!!
A todos que se esqueceram que eu era um ser humano decente e merecedor de respeito: Ide à grandessíssima merda!
Etiquetas: Irra, o que arde cura
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Got a new house II
A minha casa nova tem muita vida por estrear. Aliviada de pesos do passado, alimenta-se de momentos presentes.
Cria memórias próprias a apontar para o futuro, fala baixinho de novas alegrias que lhe trouxeram um coração.
E é desse coração que vou cuidar na minha casa com muita vida por estrear
Cria memórias próprias a apontar para o futuro, fala baixinho de novas alegrias que lhe trouxeram um coração.
E é desse coração que vou cuidar na minha casa com muita vida por estrear
Etiquetas: boa, boa vida:)
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Got a new house!
Pois é meus amigos (se é que resta alguém que ainda se digne a vir aqui espreitar...), nada mais cliché do que a velha máxima, ano nova, vida nova mas não é exactamente para isso que servem os clichés?
Decidi começar o ano em grande e mudar de casa, viver a solo enfim, após 34 anos de casas partilhadas. E após o choque de dormir numa casa que nos é totalmente estranha, tenho a dizer que se está a instalar uma maravilhosa sensação de espaço e liberdade que me faz bem à alma.
Até as paredes de pedra fria (mas que ideia mudar para uma casa sem aquecimento, nos dias mais frios do ano!!), a falta de água quente (calma, a mana e o ginásio patrocinam os duches da salvação), o sofá que não chega (obrigada a La redoute por fornecer apenas previsões...), a tv que só sintoniza (e mal) a sic (graças a Deus pela minha novelinha soporífera) e o frigo que ainda não se juntou à malta (mas que boa ideia mudar para uma casa sem frigorífico nos dias mais frios do ano!!), me parecem episódios doces e divertidos.
Não fosse a proibição absoluta de animais domésticos imposta pelo senhorio, adoptava um gato e virava a perfeita solteira pronta para se deliciar com o bom de se ter uma casa só para nós.
Decidi começar o ano em grande e mudar de casa, viver a solo enfim, após 34 anos de casas partilhadas. E após o choque de dormir numa casa que nos é totalmente estranha, tenho a dizer que se está a instalar uma maravilhosa sensação de espaço e liberdade que me faz bem à alma.
Até as paredes de pedra fria (mas que ideia mudar para uma casa sem aquecimento, nos dias mais frios do ano!!), a falta de água quente (calma, a mana e o ginásio patrocinam os duches da salvação), o sofá que não chega (obrigada a La redoute por fornecer apenas previsões...), a tv que só sintoniza (e mal) a sic (graças a Deus pela minha novelinha soporífera) e o frigo que ainda não se juntou à malta (mas que boa ideia mudar para uma casa sem frigorífico nos dias mais frios do ano!!), me parecem episódios doces e divertidos.
Não fosse a proibição absoluta de animais domésticos imposta pelo senhorio, adoptava um gato e virava a perfeita solteira pronta para se deliciar com o bom de se ter uma casa só para nós.
Etiquetas: Novas oportunidades

